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Factos da História do Sector Mineiro e Petrolífero contados em imagens

Governo 12-02-2026
MINISTRO AZEVEDO APRESENTA BALANÇO DA PARTICIPAÇÃO NO MINING INDABA 2026

O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás apresentou, a 11 de Fevereiro, na Cidade do Cabo, um balanço positivo da participação de Angola no Mining Indaba 2026. Diamantino Azevedo destacou que os objectivos definidos para esta 32ª edição foram “praticamente alcançados” e que o país regressa com resultados concretos na captação de investimentos, promoção de activos mineiros e reforço da cooperação internacional.

Segundo o governante, Angola chegou ao Indaba com metas claras, entre elas atrair empresas para investir em minerais críticos, como cobre e ouro, e apoiar concessões já atribuídas a companhias nacionais que enfrentam dificuldades de implementação.

“Viemos com objectivos muito concretos, e grande parte deles foi cumprida. Queríamos captar novos investidores para minerais estratégicos e conseguimos fazê-lo”, afirmou.

Entre os encontros realizados, Azevedo destacou reuniões bilaterais com grandes empresas mundiais. No segmento do ouro, mencionou a Barrick; e no do cobre, a BHP, considerada “uma das maiores empresas do mundo”, com a qual foram já definidos próximos passos. O Ministro acrescentou que manteve igualmente contactos com diversas outras empresas interessadas no mercado angolano.

No plano governamental, reuniu com delegações dos Estados Unidos da América, Canadá, França e Austrália, abordando temas de cooperação técnica e económica no sector mineiro. “Com os Estados Unidos, o foco esteve nos minerais críticos; com a França, discutiu-se um leque mais vasto de minerais, incluindo a cooperação entre o Instituto Geológico de Angola (IGEO) e o Bureau de Recherches Géologiques et Minières (BRGM); com o Canadá, analisámos a possibilidade de transferência do seu modelo de promoção de empresas junior e PME mineiras; e com a Austrália ocorreram dois encontros, incluindo um fórum organizado pela Embaixada. Actualmente, existem dois projectos australianos activos em Angola: um de fosfato e outro de lítio e terras raras”, detalhou.

O Ministro sublinhou ainda a aproximação às instituições financeiras, em especial ao Afreximbank, que manifestou abertura para discutir financiamento de projectos e outras formas de colaboração. Ressaltou que este apoio internacional é essencial para acelerar vários empreendimentos mineiros em curso.

Outro ponto destacado foi o aumento significativo de empresas angolanas presentes no Indaba, o que, segundo Azevedo, reforça a compreensão nacional sobre o funcionamento da indústria mineira global e contribui para a consolidação do sector.

O Angola Day registou uma audiência recorde, demonstrando o crescente interesse da comunidade internacional no mercado mineiro angolano. “A participação superou largamente as edições anteriores, tanto em qualidade como em número de potenciais investidores”, afirmou.

Entre os resultados práticos, o Ministro apontou avanços como o Projecto de Mavoio (cobre), que já se encontra em produção desde 2025, e o Projecto de NioBonga (nióbio), actualmente em fase final antes do arranque produtivo.

Recordou ainda que, no início do mandato do Presidente da República, Angola contava apenas com uma grande empresa internacional no país. “Hoje temos no país empresas de referência como Anglo American, Rio Tinto, BHP, Ivanhoe Mines, entre outras. O sector mineiro angolano é muito mais diversificado”, sublinhou, acrescentando que além dos diamantes e rochas ornamentais, o país avança na exploração de ouro, manganês e, em breve, fosfatos.

Finalmente, Azevedo referiu que Angola aproveitou o Mining Indaba para reforçar a imagem do país, promovendo as suas infra-estruturas logísticas e energéticas — caminhos de ferro, energia, estradas e portos —, demonstrando que Angola é hoje um país seguro, competitivo e repleto de oportunidades para quem deseja investir no sector mineiro.

Fonte: GTICI
Governo 12-02-2026
ANPG APRESENTA PLANO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

A Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) apresentou esta quinta-feira, 12, em Luanda, o seu Plano de Responsabilidade Social, referente ao período 2026-2030.

O programa visa maximizar os recursos petrolíferos para contribuir na melhoria da qualidade da vida das comunidades e assenta em cinco pilares estratégicos: cooperação com stakeholders e parceiros; alinhamento dos objectivos com o desenvolvimento sustentável; distribuição geográfica equitativa; empoderamento das comunidades; e prioridade dos projectos sociais de acordo com o modelo de impacto mensurável.

As iniciativas deste plano irão incidir principalmente nos programas de apoio à segurança alimentar e à actividade piscatória, em parcerias com ONGs, apoio as cooperativas agrícolas, implementação de programas de aprendizagem e oportunidades de emprego para os jovens.

Na ocasião, o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás reconheceu que à iniciativa alinha-se ao PDN-PDS. “A responsabilidade social deve estar integrada nas políticas regulatórias e de transparência, assegurando que as operadoras e prestadoras de serviços canalizem os seus investimentos para projectos alinhados com os interesses estratégicos do Estado e as reais necessidades das comunidades”, enfatizou Diamantino Azevedo.

Segundo o presidente o PCA da ANPG, Paulino Jerónimo, o referido plano foi concebido como um guia orientador para garantir que os investimentos sociais das operadoras e prestadoras de serviço sejam estruturados, coerentes e aliados as políticas públicas nacionais de maneira a promover impacto social efectivo sustentável e mensurável.

O evento contou com a presença do Secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso, a participação de membros do Governo angolano, parceiros sociais, representantes das operadoras, prestadoras de serviço, associações do sector petrolífero e parceiros sociais.

Fonte: GTICI

mirempet.gov.ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás

Diamantino Pedro Azevedo



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