Notícias



Clique para assistir o vídeo!

Factos da História do Sector Mineiro e Petrolífero contados em imagens

Governo 19-02-2026
NDUNGU ENTRA EM PRODUÇÃO NO BLOCO 15/06

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Azule Energy anunciaram esta quinta-feira, 19, o arranque do desenvolvimento integral do campo Ndungu (Ndungu Full-field), com a entrada em produção dos três primeiros poços, no âmbito do Agogo Integrated West Hub (AIWH), no Bloco 15/06, localizado em águas profundas na Bacia do Baixo Congo.

O Campo Ndungu integra o Desenvolvimento Integrado Agogo Polo Oeste, que compreende os campos Agogo e Ndungu, e constitui a segunda etapa do projecto.

Segundo o documento, o desenvolvimento completo inclui sete poços produtores e quatro poços injectores, com potencial para atingir um pico de produção de 60.000 barris de petróleo por dia, acrescentando capacidade ao portfólio energético nacional.

De acordo com o comunicado, o arranque ocorre seis meses após o primeiro óleo do FPSO Agogo, facto que, lê-se na nota, “demonstra a excelência operacional e estabelece um novo referencial para a execução célere e segura de projectos offshore em águas profundas”.

Segundo PCA, Paulino Jerónimo, este marco reflecte o investimento eficiente no desenvolvimento e valorização dos recursos naturais, reforçando o compromisso da ANPG de trabalhar com os operadores para aumentar a produção e promover a capacitação do capital humano nacional.

Já o CEO da Azule Energy declarou que, com o Ndungu em operação, o Agogo Integrated West Hub avança para o seu pleno potencial. “Em conjunto, o Agogo e o Ndungu deverão atingir um pico combinado de cerca de 175.000 barris por dia”, afirmou Joseph Murphy.

Operado pela Azule Energy, com 36,84% de participação, o projecto é desenvolvido em parceria com a Sonangol E&P (36,84%) e a Sinopec International (26,32%).

Fonte: GTICI
Governo 19-02-2026
IRDP APRESENTA BALANÇO DO IV TRIMESTRE DE 2025

O Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP) apresentou esta quinta‑feira, 19 de Fevereiro, no MIREMPET, o balanço consolidado da actividade comercial do sector referente ao IV trimestre de 2025.

Segundo o Director‑Geral do IRDP, o mercado angolano de derivados encerrou o ano com uma despesa aproximada de 2,6 mil milhões de dólares em importações, que garantiram 73% do consumo nacional.

No último trimestre do ano, o País adquiriu 1.347.543 toneladas métricas de combustíveis líquidos, representando um aumento de 4,7% face ao trimestre anterior. O responsável informou que 15% das aquisições foram provenientes da Refinaria de Luanda, 1% da Cabgoc – Topping de Cabinda e 84% resultaram da importação. A factura de importação do período fixou‑se em 854 milhões de dólares.

No acumulado de 2025, as 4.722.383 toneladas métricas adquiridas traduziram uma ligeira variação negativa de 0,02% em comparação com 2024. Durante o período em análise, foi registado um incremento na capacidade de armazenamento, impulsionado pelo início das operações do Terminal Oceânico da Barra do Dande (TOBD). Assim, a capacidade instalada passou a 1.269.695 m³, dos quais 1.155.968 m³ destinados a combustíveis líquidos — um aumento de 71% num trimestre. No segmento do GPL, a capacidade atingiu 113.727 toneladas métricas.

No retalho, Angola terminou o ano com 931 postos de abastecimento operacionais, ultrapassando em 100,32% a meta estabelecida no PDN 2023‑2027. Embora os agentes privados de “Bandeira Branca” representem 44,6% da estrutura de mercado, o volume de vendas continua a ser liderado pela Sonangol Distribuição e Comercialização, com 64,6% de quota, seguida pela Pumangol (18,5%) e pela Sonangalp (7,9%). O número de postos operacionais cresceu 2%, em relação a 2024.

Relativamente ao GPL, foram disponibilizadas ao mercado 128.591 toneladas métricas no último trimestre, com 64% de produção nacional assegurada pela Angola LNG. Luanda manteve‑se como o maior centro de consumo, concentrando 52,9% do total nacional. No segmento dos lubrificantes, 90% das 9.802 toneladas métricas comercializadas tiveram origem na importação, revelando elevada dependência externa.

Luís Fernandes concluiu que, apesar da redução de 1% nas vendas globais anuais (4.776.558 toneladas métricas), a expansão da rede logística e a capacidade instalada em 2025, reforçam a posição estratégica do sector para responder aos desafios futuros.

Fonte: GTICI
Governo 19-02-2026
SONANGOL GARANTE ABASTECIMENTO SEM RUPTURAS NO PAÍS

A Sonangol EP assegurou o fornecimento regular de combustíveis em todo o território nacional durante o 4º Trimestre de 2025, sem registo de rupturas de stock, reforçando a estabilidade do mercado interno.

Os dados foram apresentados por Francisco Filipe, Técnico de Controlo de Gestão Sénior da Sonangol EP, durante o encontro promovido pelo Instituto Regulador de Derivados do Petróleo, esta quinta-feira, 19, em Luanda, que avaliou o desempenho dos segmentos mid e downstream nos últimos três meses do ano passado.

No período em análise, foram comercializadas 1.293.625 toneladas métricas de produtos refinados, correspondendo a 93% da meta trimestral. O segmento empresarial (B2B) representou 63,6% das vendas, seguido do retalho (22,6%) e do bunkering (13,4%).

A rede nacional de distribuição manteve 905 postos de abastecimento em operação, dos quais 410 sob gestão da Sonangol e 495 de bandeira branca. A cobertura inclui ainda 17 instalações de abastecimento aéreo, cinco pontos de bunkering e 191 lojas de conveniência.

No domínio do gás, foram aprovisionadas 128.591 toneladas métricas de LPG, com 64% provenientes da planta Angola LNG. Foram engarrafadas cerca de 7,5 milhões de botijas, assegurando o abastecimento contínuo às famílias. A capacidade instalada de armazenagem fixou-se em 8,4 mil toneladas métricas.

A comercialização de LPG atingiu 144 mil toneladas métricas, das quais 65% em garrafas de 12 kg. A Região Norte concentrou 73% das vendas. No transporte, foram movimentadas 68.375 toneladas de gás, com 93% por via rodoviária.

No segmento marítimo, a frota da Sonangol Trading & Shipping integrou 35 navios, 20 próprios e 15 contratados, com idade média de 13 anos. Do total, 22 operaram em cabotagem nacional.

A produção de refinados situou-se em 483.430 toneladas métricas, assegurando uma autonomia doméstica de 17%. Desse volume, 53% destinaram-se ao consumo interno e 47% à exportação. Ao longo de 2025, a produção total atingiu 2,285 milhões de toneladas métricas, ligeiramente acima do desempenho de 2024.

Foram ainda exportadas 281.724 toneladas métricas de derivados, com 87% destinadas ao mercado africano, mantendo a tendência de consolidação regional.

No capítulo operacional, a empresa registou 300 dias sem acidentes com afastamento na Refinaria de Luanda e 90 dias consecutivos sem acidentes com afastamento nas unidades de Trading & Shipping e Distribuição & Comercialização. O índice de consumo de água reduziu 18%, fixando-se em 0,27 m³ por barril, enquanto o teor de óleo nas águas residuais permaneceu abaixo dos limites legais.

A força de trabalho nos segmentos mid e downstream totalizou 2.892 colaboradores e no âmbito da responsabilidade social corporativa, foram realizadas seis acções de patrocínio que beneficiaram mais de três mil pessoas, reforçando o compromisso social da empresa.

Fonte: GTICI
Governo 13-02-2026
ANPG E AZULE ENERGY DESCOBREM RESERVATÓRIO DE PETRÓLEO NO BAIXO CONGO

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), e a Azule Energy anunciaram esta sexta-feira, 13, a descoberta de um reservatório de aproximadamente 500 milhões de barris de petróleo no poço de exploração Algaita-01, localizado no Bloco 15/06, na Bacia Marítima do Baixo Congo.

De acordo o comunicado, a perfuração do poço teve início a 10 de Janeiro de 2026, a cerca de 18 quilómetros do FPSO Olombendo, tendo interceptado arenitos portadores de petróleo em reservatórios do Miocénico Superior. As operações foram concluídas com sucesso a 26 de Janeiro, seguindo-se registos avançados de avaliação de formação para determinar a qualidade do reservatório e as suas características, que indicaram a presença de múltiplos intervalos de reservatório com excelentes propriedades petrofísicas e elevada mobilidade de fluidos.

Citado no documento, o PCA da ANPG, Paulino Jerónimo, destacou que a descoberta “reafirma o elevado potencial da Bacia do Baixo Congo e a consistência da estratégia de exploração em curso que criam condições para uma monetização célere, com impacto positivo na produção nacional e nas receitas do Estado”.

Por sua vez, o CEO da Azule Energy, Joe Murphy, afirmou que os resultados do Algaita-01 reforçam o histórico de 22 descobertas no Bloco 15/06, confirmando a eficácia do sistema petrolífero naquela área. O gestor salientou ainda que a proximidade de infra-estruturas de produção valoriza o novo sucesso exploratório e cria oportunidades adicionais de crescimento.

O bloco 15/06 é operado pela Azule Energy (36,84%), em parceria com a SSI Fifteen Limited (26,32%) e a Sonangol E&P (36,84%).

Fonte: GTICI

mirempet.gov.ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás

Diamantino Pedro Azevedo



Entidades Tuteladas


Projectos Estruturantes


Eventos


MAR
26

CONFERÊNCIA E EXPOSIÇÃO DO CONTEÚDO LOCAL

26/03/2026 - 27/03/2026
FEB
10

Mining Indaba Business Forum

10/02/2026 - 10/02/2026
FEB
09

ANGOLA PARTICIPA NA 32ª EDIÇÃO DO MINING INDABA

09/02/2026 - 12/01/2026

Canais de Atendimento


Parceiros