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Factos da História do Sector Mineiro e Petrolífero contados em imagens

Governo 14-04-2026
ANGOLA E SINOPEC REFORÇAM COOPERAÇÃO PETROLÍFERA

Na manhã de 14 de Abril, em Pequin, o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, reuniu‑se com o presidente da SINOPEC, Hou Qijun, num encontro centrado no reforço da cooperação no domínio dos hidrocarbonetos e no aumento do investimento da petrolífera chinesa em Angola.

Durante a reunião, Diamantino Azevedo, que se fez acompanhar pelo Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Sebastião Martins, e pela Embaixadora de Angola na China, Dalva Ringote Allen, afirmou que o País está a concluir o novo plano quinquenal de atribuição de concessões petrolíferas, manifestando o interesse do Executivo em contar com a SINOPEC no processo de aquisição e desenvolvimento de novos blocos petrolíferos. “Estamos a terminar o nosso novo plano quinquenal de atribuição de concessões e esperamos contar com a SINOPEC nesse desafio de aquisição para o desenvolvimento de blocos petrolíferos”, sublinhou o ministro.

Por sua vez, o presidente da SINOPEC afirmou que a empresa está disponível para, em parceria com a Sonangol, desenvolver projectos ligados aos segmentos de refinação e petroquímica, incluindo o fornecimento de equipamentos técnicos para as áreas de refinação, petroquímica e produção de fertilizantes.

A visita insere‑se na intensa agenda de trabalho que o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás tem vindo a desenvolver na China desde o dia 9 de Abril, a qual incluiu a constatação de cerca de 50% do nível de execução da construção do FPSO Kaminho, infra‑estrutura destinada a iniciar a produção de petróleo na Bacia Marítima do Kwanza, bem como encontros de alto nível com entidades políticas, empresariais e académicas em Pequin.

A SINOPEC é uma das maiores empresas petrolíferas do mundo e mantém presença activa em Angola, onde participa em diversos projectos de exploração e desenvolvimento de hidrocarbonetos, em parceria com a Sonangol.

Fonte: GTICI
Governo 14-04-2026
ANGOLA AVALIA POSSIBILIDADE PRODUÇÃO DE POLISSILÍCIO COM PARCEIRO CHINÊS

Angola manifestou interesse em desenvolver, no país, a produção de polissilício e painéis solares, no âmbito do reforço da cooperação com a República Popular da China no domínio das energias limpas. A intenção foi expressa, esta terça-feira, 14, pelo Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, durante um encontro com o presidente da Qinhai Lihao Clean Energy, Wang Fu, realizado em Pequin.

No encontro, o ministro destacou o potencial geológico do país, sublinhando que Angola possui abundantes ocorrências de silício e quartzo, matérias primas essenciais para a indústria solar. “Temos muito interesse em projectos de silício e quartzo. Angola possui muitas ocorrências desses minerais”, afirmou, acrescentando que o objectivo do Executivo é instalar no país uma cadeia industrial integrada, que avance desde a produção de polissilício até, numa fase posterior, à fabricação de painéis solares.

Diamantino Azevedo realçou ainda que o Governo angolano pretende desenvolver estes projectos em parceria com empresas com comprovada capacidade técnica e financeira, privilegiando projectos conjuntos com a Sonangol, no quadro da diversificação da economia e da transição energética.

Por sua vez, o presidente da Qinhai Lihao Clean Energy afirmou que a China já alcançou cerca de 50% de produção de energia limpa, manifestando interesse em cooperar com Angola. Segundo Wang Fu, “podemos combinar os excelentes recursos que Angola possui com a nossa reconhecida experiência e desenvolver projectos comuns em Angola”.

O responsável adiantou que a empresa actua segundo os princípios de eficiência resumidos em “bom, rápido e barato”, abordagem que, segundo disse, poderá ser aplicada em iniciativas conjuntas no sector das energias renováveis.

O encontro permitiu reforçar a convergência de interesses entre as duas partes, com vista à implementação de projectos industriais ligados ao silício, ao quartzo e à produção de componentes para energia solar, contribuindo para o aumento da capacidade produtiva nacional, a transferência de tecnologia e o alinhamento de Angola com as tendências globais de descarbonização.

Fonte: GTICI
Governo 14-04-2026
INDÚSTRIA DIAMANTÍFERA APRESENTA BALANÇO DE 2025

Angola produziu 15,19 milhões de quilates de diamantes em 2025, registando um crescimento de cerca de 8% face a 2024 e superando as metas previstas no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023–2027, revelou esta terça feira, 14, o Secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Corrêa Víctor, durante a reunião de balanço da produção, comercialização e exportação de diamantes, realizada no Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, onde foram também apresentadas as perspectivas do subsector para 2026.

Segundo o governante, a produção alcançada ultrapassou tanto a meta inicial do PDN, fixada em 15,13 milhões de quilates, como a meta revista de 14,8 milhões, confirmando a solidez do sector diamantífero nacional, apesar de um contexto internacional marcado por desafios. No domínio do comércio externo, Jânio Corrêa Víctor informou que, em 2025, Angola exportou mais de 17 milhões de quilates, correspondentes a um valor bruto de 1,6 mil milhões de dólares norte americanos. Os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino, absorvendo 78,6% das exportações, seguidos pela Bélgica, com 19,9%, informou o Secretário de Estado. De acordo com os dados apresentados, o volume de diamantes comercializado aumentou cerca de 70% em relação ao ano anterior, enquanto o valor bruto cresceu 6,7%, resultado de uma estratégia orientada para o aumento dos volumes como forma de compensar a pressão descendente dos preços no mercado internacional.

Ao abordar o contexto global, o Secretário de Estado reconheceu que o mercado de diamantes continua exigente, influenciado por uma procura mais contida, pela concorrência dos diamantes sintéticos e por ajustamentos estruturais ao longo da cadeia de valor. Ainda assim, destacou que Angola tem vindo a afirmar se como um actor resiliente e cada vez mais credível no panorama mundial.

O governante reafirmou o compromisso do Executivo com um sector mineiro transparente, responsável e sustentável, assente na boa governação, na valorização do capital humano, no reforço do conteúdo local e na atração de investimento qualificado. No domínio da responsabilidade social, destacou o contributo das empresas diamantíferas na implementação de projectos estruturantes nas áreas da educação, saúde e formação profissional, com impacto directo nas comunidades.

Entre as iniciativas mencionadas constam a construção e o apetrechamento do Campus Universitário Lueji A’Nkonde, no Dundo, e do Instituto Politécnico de Saurimo, ambos inaugurados em Agosto de 2025 pelo Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, bem como o reassentamento de 300 famílias provenientes de comunidades adjacentes à Mina do Luele, na província da Lunda Sul.

Jânio Corrêa Víctor sublinhou ainda que o encontro decorre no mês em que se assinala o Dia do Trabalhador Mineiro Angolano, celebrado a 27 de Abril, uma efeméride que homenageia os profissionais que contribuem para a valorização dos recursos minerais e para o desenvolvimento do País.

Relativamente a 2026, o Secretário de Estado referiu que o Executivo antevê uma estabilização gradual do mercado, sustentada por maior disciplina na oferta e por uma procura mais selectiva, ainda que condicionada por factores externos.

Fonte: GTICI
Governo 13-04-2026
MINISTRO DIAMANTINO AZEVEDO PROPÕE REFORÇO DA COOPERAÇÃO COM A UNIVERSIDADE DE PETRÓLEO DA CHINA

No âmbito da sua visita de trabalho à República Popular da China, o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, defendeu, esta segunda-feira, 13, em Pequim, o reforço da cooperação académica e científica entre Angola e a Universidade de Petróleo da China (UPC), com vista à formação de quadros nacionais para o sector energético.

Durante o encontro, o governante destacou a importância do ensino superior e da investigação científica para o desenvolvimento do sector e propôs a assinatura de um memorando de entendimento entre a UPC e o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), instituição da Sonangol, abrangendo intercâmbio de docentes, programas de formação avançada, projectos conjuntos e a integração do futuro Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da petrolífera nacional.

Diamantino Azevedo manifestou igualmente interesse no envio de mais estudantes angolanos para a universidade chinesa, no quadro da aposta do Executivo na formação de quadros, na inovação tecnológica e na valorização interna dos recursos naturais. “Há um espaço grande para universidades angolanas e chinesas trabalharem juntas em vários projectos”, referiu.

No plano estratégico, o Ministro reiterou que Angola pretende reduzir progressivamente a exportação de recursos naturais em estado bruto, apostando na sua transformação local, incluindo áreas como a produção de silício metálico e painéis solares, considerando a cooperação com a China um factor determinante neste processo.

Por sua vez, o Presidente da Universidade de Petróleo da China, Jin Yan, manifestou total disponibilidade da instituição para apoiar Angola, sublinhando que a UPC está preparada para formar especialistas a curto e longo prazos, de acordo com as necessidades do país. Destacou ainda a possibilidade de envolver empresas energéticas chinesas que operam em Angola, reforçando a articulação entre universidade, indústria e governo.

Fonte: GTICI

mirempet.gov.ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás

Diamantino Pedro Azevedo



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