Notícias



Clique para assistir o vídeo!

Factos da História do Sector Mineiro e Petrolífero contados em imagens

Governo 30-07-2026
SPE ANGOLA APRESENTA PLANO ESTRATÉGICO AO MINISTRO DOS RECURSOS MINERAIS, PETRÓLEO E GÁS

A Sociedade dos Engenheiros de Petróleos de Angola (SPE Angola) apresentou, nesta quinta-feira, 30 de Julho, ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, o seu programa estratégico para os próximos cinco anos, durante um encontro institucional que reuniu os membros do Board da associação.

O encontro visou dar a conhecer as principais prioridades da SPE Angola para o próximo quinquénio, com enfoque no desenvolvimento técnico dos profissionais, na promoção da inovação, no reforço da capacitação especializada e na criação de mais oportunidades de partilha de conhecimento na indústria de petróleo e gás.

Durante a reunião, as partes destacaram a importância do fortalecimento das parcerias entre a SPE Angola e as empresas produtoras e prestadoras de serviços do sector, considerando que uma maior participação destas entidades será determinante para o êxito das actividades da associação e para o desenvolvimento sustentável e competitivo da indústria petrolífera nacional.

A sessão serviu igualmente para a apresentação oficial da Presidente da SPE International, Jennifer Miskimins, reforçando o compromisso da organização em estreitar a cooperação com os seus parceiros em Angola e apoiar iniciativas voltadas para a excelência técnica e o desenvolvimento profissional. O encontro decorreu num ambiente de diálogo construtivo, tendo culminado com a reafirmação do interesse mútuo em aprofundar a colaboração institucional em benefício do sector petrolífero angolano.

Fonte: GTICI
Governo 30-07-2026
EXPORTAÇÕES DE PETRÓLEO BRUTO E GÁS NATURAL REGISTAM CRESCIMENTO NO II TRIMESTRE DE 2026

Angola registou um desempenho positivo nas exportações de petróleo bruto e gás natural no segundo trimestre de 2026, impulsionado pelo aumento dos volumes exportados e pela valorização dos preços dos hidrocarbonetos no mercado internacional.

Os dados foram apresentados esta quinta-feira, 30 de Julho, pelo Secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Corrêa Victor, durante a sessão de balanço das exportações de petróleo bruto e gás natural, realizada no Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET).

Entre Abril e Junho de 2026, o país exportou 88,12 milhões de barris de petróleo bruto, avaliados em cerca de 8,91 mil milhões de dólares norte-americanos, ao preço médio ponderado de 101,087 dólares por barril. O volume exportado cresceu 2,22% face ao primeiro trimestre de 2026 e 3,85% em comparação com igual período de 2025. Já o valor das exportações aumentou 24,59% em relação ao trimestre anterior e 54,71% face ao segundo trimestre do ano passado.

A China manteve-se como principal destino do petróleo angolano, absorvendo 51,67% das exportações, seguida da Índia (12,20%), Espanha (5,45%) e Indonésia (5,08%).

No segmento do gás natural, as exportações totalizaram 1,52 milhões de toneladas métricas, das quais 87% corresponderam a Gás Natural Liquefeito (LNG). O volume exportado aumentou 4,63% em relação ao trimestre anterior e 10,74% face ao período homólogo de 2025. As receitas geradas pelas exportações de gás natural atingiram aproximadamente 1,25 mil milhões de dólares norte-americanos, representando um crescimento de 37,52% face ao primeiro trimestre de 2026 e de 64,21% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O mercado asiático continuou a liderar as compras de LNG angolano, com a Índia a concentrar 63,18% do total exportado, seguida do Bangladesh (20,86%) e da Tailândia (10,86%).

Durante a apresentação, Jânio Corrêa Victor referiu que a evolução do mercado petrolífero internacional foi marcada por factores geopolíticos e económicos. A melhoria das perspectivas de abastecimento mundial, associada ao cessar-fogo entre os Estados Unidos da América e o Irão, à recuperação das exportações no Golfo Pérsico e ao aumento da oferta da OPEP+, contribuiu para reduzir parte das pressões sobre o mercado.
Por outro lado, as restrições à navegação no Estreito de Ormuz, a redução das reservas comerciais de crude dos Estados Unidos e as tensões geopolíticas no Médio Oriente mantiveram preocupações relacionadas com a segurança do abastecimento global.

Neste contexto, o Brent Datado registou um preço médio de 103,849 dólares por barril no segundo trimestre de 2026, representando um aumento de 28% face ao trimestre anterior e de cerca de 53% em comparação com igual período de 2025.

Fonte: GTICI
Governo 29-07-2026
MERCADO DOS DERIVADOS DO PETRÓLEO REGISTA CRESCIMENTO NO 2.º TRIMESTRE DE 2026

O Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP) registou um desempenho positivo no mercado, durante o segundo trimestre de 2026, evidenciado pelo crescimento das vendas de combustíveis líquidos, GPL e betume asfáltico, bem como pelo reforço das actividades de licenciamento, fiscalização e acompanhamento do sector.

De acordo com os dados apresentados pelo Director-Geral do IRDP, esta quarta-feira, 29 de Julho, durante a reunião de balanço das actividades do subsector dos derivados do petróleo, no segmento dos combustíveis líquidos foram adquiridas para comercialização 1.083.082 toneladas métricas, representando um crescimento de 6% face ao trimestre anterior. “O volume global de vendas atingiu 1.121.042 toneladas métricas, com a Sonangol Distribuição e Comercialização a liderar o mercado, detendo uma quota de 63,5%”, destacou o responsável.

Luís Fernandes salientou igualmente que o mercado de Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) apresentou um desempenho positivo, com a introdução de 159.036 toneladas métricas no mercado interno e vendas de 141.573 toneladas métricas, o que representa um crescimento de 14% em comparação com o período anterior. A Sonangol Gás e Energias Renováveis liderou o segmento com uma quota de mercado de 77,2%, enquanto Luanda manteve-se como a província com maior consumo de GPL, representando 55,2% do total nacional.

No segmento dos lubrificantes, foram comercializadas cerca de 8.913 toneladas métricas, das quais 83% tiveram origem em importações e 17% em produção nacional.

No âmbito das suas atribuições regulatórias, o dirigente informou que o IRDP emitiu 100 licenças, das quais 40 correspondem a novas emissões e 60 a renovações, além de quatro credenciais. No mesmo período, foram realizadas 51 acções de fiscalização e 254 actos de vistoria em diferentes actividades do sector. No decurso do período em análise, o Instituto recebeu igualmente três denúncias através dos seus canais de comunicação, reforçando o compromisso com a supervisão, a transparência e o cumprimento das normas que regem o mercado dos derivados do petróleo.

Em matéria de desenvolvimento institucional, o IRDP promoveu acções de capacitação e transferência de competências nas províncias de Luanda, Bié e Huambo, bem como encontros de auscultação com operadores do sector, com vista ao reforço da eficiência dos processos de licenciamento e à melhoria contínua dos serviços prestados.

Fonte: GTICI

mirempet.gov.ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás

Diamantino Pedro Azevedo



Entidades Tuteladas


Projectos Estruturantes


Canais de Atendimento


Parceiros