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Factos da História do Sector Mineiro e Petrolífero contados em imagens

Governo 11-08-2026
OPERAÇÕES DE PERFURAÇÃO DO POÇO PAC416 CONCLUÍDAS COM SUCESSO

As operações de perfuração do poço PAC416, localizado no compartimento sudoeste do campo Pacassa (PAC-SW), no Bloco 3/05, na Bacia do Baixo Congo, foram concluídas com sucesso e em segurança.

O anúncio foi feito pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), pela Sonangol E&P, na qualidade de Operadora, e pelos parceiros do Grupo Empreiteiro do Bloco 3/05.

O poço, perfurado a partir da plataforma PAC F4, atingiu uma profundidade total de 5.381 metros de Profundidade Medida (MD) e 3.600 metros de Profundidade Vertical Verdadeira (TVD), tendo atravessado dois intervalos produtivos nos reservatórios Pacassa e Búfalo.

De acordo com o comunicado, os resultados obtidos confirmaram uma coluna líquida de óleo (Net Pay) de aproximadamente 100 metros, em reservatórios de boa qualidade, com uma porosidade média de 12% e saturação de água de 10%, reforçando o potencial produtivo do campo.

O PAC416 integra uma campanha de perfuração de três poços de infill prevista para 2026, destinada a maximizar o aproveitamento do potencial petrolífero existente no Bloco 3/05, em linha com a estratégia da Sonangol E&P de incremento sustentável da produção operada e prolongamento da vida produtiva dos seus activos.

A conclusão do poço constitui um marco relevante no programa de redesenvolvimento do Bloco 3/05, contribuindo para o reforço da sua capacidade de produção.

O Grupo Empreiteiro do Bloco 3/05 é constituído pela Sonangol E&P (Operadora), com 36% do interesse participativo, Afentra (30%), Maure & Prom (20%), Etu Energias (10%) e Nis-Naftgas (04%).

Fonte: GTICI
Governo 06-08-2026
ESTEFÂNIA ALMEIDA DEFENDE REFORÇO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL

A Chefe de Departamento de Protecção do Ambiente da Direcção Nacional de Segurança, Emergência e Ambiente do MIREMPET foi uma das oradoras do Fórum “Contributo Feminino para o Sector de Oil & Gas em Angola”, realizado esta quinta-feira, 6, em Luanda.

Estefânia Almeida integrou segundo painel com o tema "Um Futuro Sustentável para Todos", moderado pelo PCE da Sonagás, Manuel Barros, partilhado com mulheres representantes da ANPG, ExxonMobil, Azule Energy e Sonangol. Na sua intervenção, destacou o papel do seu departamento na validação dos planos submetidos pelos operadores petrolíferos e por outros organismos, assegurando o cumprimento da legislação e o rigor técnico exigido.

“A nossa responsabilidade acaba sendo muito grande, porque somos nós que temos de validar os planos submetidos ou a serem submetidos a outras instituições, garantindo que estejam elaborados conforme a legislação e com o rigor que se exige na elaboração dos mesmos documentos”, afirmou.

A responsável alertou para os desafios da sustentabilidade ambiental e para a necessidade de reforçar a capacidade institucional face às exigências da transição energética. "A mensagem que deixo é o reforço da capacidade institucional. Precisamos de fazer o reforço da capacidade institucional porque o mundo está a mudar”, sublinhou.

Defendeu, igualmente, a urgência de se levar para o centro do debate nacional, no seio das empresas e instituições, os temas da pegada carbónica e da descarbonização.

“Precisamos de fazer chegar a informação aos operadores sobre a redução da pegada carbónica. Precisamos de começar a falar sobre pegada carbónica, sobre descarbonização. Precisamos de começar a fazer mesas-redondas sobre esta temática, porque é um assunto que, a nível internacional, já nos está a chegar através de várias iniciativas”, referiu, sublinhando ainda a importância da articulação entre o MIREMPET, enquanto órgão de execução e definição de estratégia, a concessionária nacional, como coordenadora técnica, e os operadores, como executores, para uma resposta conjunta aos compromissos climáticos.

O Fórum, promovido pela Sonangol e pela Muhatu Energy Angola no âmbito das celebrações dos 50 anos da Sociedade Nacional de Combustíveis, reuniu mulheres em posições de liderança para debater o futuro sustentável da indústria petrolífera angolana, sob o lema “Liderança, Inovação e Desenvolvimento Sustentável”.

Fonte: GTICI
Governo 06-08-2026
CONTRIBUTO FEMININO NO SECTOR DE PETRÓLEO E GÁS ANALISADO EM FÓRUM

As mulheres da rede Muhatu Energy Angola (MEA) reuniram-se para abordar o Contributo Feminino para o Sector Oil & Gas em Angola, num fórum promovido pela Sonangol, esta quinta-feira, 6, em Luanda. O lema “Liderança, Inovação e Desenvolvimento Sustentável” esteve no centro dos temas abordados.

No evento, foi destacado o papel da mulher na cadeia de valor da indústria extractiva e os desafios de um futuro mais sustentável e inclusivo.

O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, que procedeu à abertura, considerou o encontro oportuno face à transformação do sector, que exige mais conhecimento, inovação e boa governação.

“Hoje encontramos mulheres nas diferentes áreas da indústria petrolífera e do gás: na geologia, na engenharia, nas operações, na gestão, na investigação, nas áreas comerciais e financeiras e, cada vez mais, em posições de decisão e liderança. Esta presença deve ser encarada com naturalidade. Não se trata apenas de aumentar números ou assegurar representação. Trata-se de competência, de aproveitar melhor o talento nacional e, em última análise, de tornar as nossas empresas e instituições mais fortes e competitivas”, salientou o governante.

Já o PCA da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, reafirmou o compromisso com a valorização do talento e a participação por mérito, assente na competência e inclusão.

Para a Presidente da MEA, Kátia Epalanga, o Fórum foi um espaço de reflexão sobre liderança e construção de legado para as novas gerações.

O evento observou ainda um momento de entrega de certificados de mérito à Albina Assis, ex-Ministra dos Petróleos e antiga PCA da Sonangol, e à Vogal Filomena Oliveira, reconhecidas como pioneiras do sector.

A Muhatu Energy Angola é uma rede dedicada à promoção de oportunidades de carreira e desenvolvimento de liderança de forma inclusiva, tendo como protagonistas e público-alvo mulheres ligadas ao sector petrolífero que desenvolvem as suas actividades em Angola.

Fonte: GTICI

mirempet.gov.ao Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás

Diamantino Pedro Azevedo



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