A jornalista Teresa Fukiady, do Novo Jornal, na província de Luanda, foi consagrada vencedora do Prémio Catoca de Jornalismo, tendo arrecadado um prémio monetário no valor de 5 milhões de kwanzas, além de um certificado e um troféu.
A distinção foi entregue pelo Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, durante a gala realizada na cidade de Saurimo, a 22 de Abril. Na ocasião, o governante destacou a relevância da iniciativa, sublinhando que “o Prémio Catoca de Jornalismo é um instrumento importante para motivar a classe jornalística angolana”.
Diamantino Azevedo ressaltou ainda o papel fundamental da comunicação social na sociedade, enfatizando que o exercício do jornalismo exige elevados padrões éticos e de responsabilidade. “Informar exige o carácter de dizer a verdade mesmo quando incomoda, exige ética e responsabilidade. Sabemos que uma notícia pode unificar ou afastar. Um país que se afasta da verdade afasta o desenvolvimento”, afirmou.
Na mesma cerimónia, foram igualmente distinguidos outros profissionais da comunicação social em diferentes categorias. O prémio na categoria “Jornalista do Leste” foi atribuído a Guilherme Martins, da RNA Lunda Sul. Arimateia Baptista, do Jornal Ventos do Sul, na Huíla, foi também reconhecido, assim como Manuel João, da Rádio Ngola Yetu, na categoria de língua nacional.
Na área de reportagem, o galardão foi entregue a Celeste Fonseca Lumengo, da TPA Huambo, enquanto Teresa Cabral, do Jornal de Angola, foi distinguida na categoria de entrevista. Já na locução, o prémio foi atribuído a José Manuel, igualmente na província do Huambo.
O Prémio Catoca de Jornalismo continua, assim, a afirmar-se como uma referência no reconhecimento do mérito e da excelência no jornalismo angolano.